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SUMMARY:Leitura de Portfolio
DESCRIPTION:Nos dias 15 e 16 de agosto\, quinta e sexta-feira\, tem Leitura de Portfolio\, na Retrato Espaço Cultural\, das 9:30h às 17:00h \nLeitores: \n\nAngela Magalhães e Nadja Peregrino\n(Curadoras independentes)\nGabriela Davies\n(Galeria Aymoré)\nDante Gastaldoni\n(Curador independente)\nJean-Luc Monterosso\n(Diretor artístico do Chengdu Contemporary Image Museum\, China)\nJoaquim Paiva\n(Colecionador)\nPaulo Marcos Lima\n(Ateliê Oriente / FotoRio)\nMarco Antônio Portela\n(A Casa Fotografia)\nMauro Trindade\n(Curador independente)\nMônica Maia\n(Doc Galeria – SP)\nPatricia Gouvêa\n(Artista Visual)\nSérgio Moraes\n(Reuters)\nSimone Rodrigues\n(Curadora independente)\n\n×Angela Magalhães e Nadja Peregrino\nAngela Magalhães \n(Comunicação Social -UFRJ\,1980)\, foi bolsista da Fulbright/Capes no International Center of Photography /Aperture Foundation NY\,1988/89. No Instituto Nacional de Fotografia da Funarte (1979-2003) coordenou com Nadja Peregrino as “Semanas Nacionais de Fotografia” (1982-1989) e diversas mostras nacionais e internacionais. Também com Nadja Peregrino\, recebeu prêmios da Rio Arte e Fundação Vitae e publicou os livros Fotografia no Brasil: um olhar das origens ao contemporâneo (MINC/Funarte\, 2004); e Fotoclubismo no Brasil – o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC\, 2012). Fez parte da comissão de seleção de portfólios do Paraty Em Foco (2017 e 2018); em março de 2019\, fez palestra sobre a produção feminina contemporânea para o Museu de Fotografia do Ceará. \nNadja Fonseca Peregrino\nMestra em Comunicação (ECO/UFRJ-1990) com tese publicada no livro O Cruzeiro – A revolução da fotorreportagem (Ed. Dazibao\, 1991). Professora (2002-2018) do Pós- Graduação Fotografia e Imagem na Universidade Cândido Mendes (RJ). Atuou na Funarte (1977-1990) e no Centro de Artes da UFF (1990-1998) coordenando eventos e exposições de fotógrafos brasileiros e estrangeiros; Ao lado de Angela Magalhães\, realizou mostras nacionais e em países como China\, Rússia\, Bélgica\, Argentina e Equador. Das mais recentes destacam-se Fotografia Arte Plural (ICON Galeria\, RJ\, 2018) e Topografias Imaginárias (CCJF\, 2019). Integrou a seleção de prêmios e porfólios: Marc Ferrez (Funarte\, 2010) ArtePará (Belém\, 2010)\, Premio Pierre Verger\, 2017\, FotoRio (2016 -18)\, Paraty em Foco (2017-18). Ministrou palestra sobre a auto- representação feminina (Museu Da Fotografia\, Fortaleza\, Ceará\, 2019). Participou como conferencista convidada do Colóquio Fotografia Bahia (UFBA\, 2017)\, publicando texto sobre Flutuações da fotografia contemporânea. Atualmente é co-curadora da ICON Artes Galeria que\, além de divulgação\, promove a venda de fotografias. \nDatas: dia 15 de agosto\nTrabalhos: todo tipo de trabalho \n×Gabriela Davies\nVive e trabalha no Rio de Janeiro e é membro do Comitê de Indicação PIPA 2018 and 2019. Graduada em Curadoria e Comunicação na Central Saint Martins em Londres. Em seguida\, embarcou no seu Mestrado em História da Arte na University College London. É especialista na cor rosa. Hoje trabalha como produtora e curadora da Villa Aymoré\, RJ. \nDatas: dia 15 e 16 de agosto de 14h às 17h\nTrabalhos: todo tipo de trabalho \n×Dante Gastaldoni\nDante Gastaldoni\, 69\, é jornalista e cientista social formado pela Universidade Federal Fluminense\, com mestrado em Fotografia no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFF. Como jornalista\, foi repórter\, redator e editor do Jornal do Brasil (1974-1983) e diretor da Editora Gama Filho (1984-2011); como professor\, atuou na UFF (1980/2016) e\, desde 1983\, leciona na Escola de Comunicação da UFRJ. Entre 2004 e 2015 atuou como coordenador acadêmico da Escola de Fotógrafos Populares\, na favela da Maré\, Rio de Janeiro\, cuja produção ganhou visibilidade em inúmeras publicações e exposições de fotografia no Brasil e no exterior\, fazendo jus\, em 2007\, ao Prêmio Faz Diferença do Jornal O Globo. Desde 2015\, coordena o projeto Fotografia Periferia e Memória\, que já apresentou a produção de fotógrafos populares em mais de 30 cidades de 14 estados brasileiros.  \nDatas: dia 15 de agosto \nTrabalhos: todo tipo de trabalho \n×Jean-Luc Monterosso\nFundador e diretor da Maison Européenne de la Photographie (MEP) em Paris entre 1996 e 2018\, criador do Mês da fotografia de Paris em 1980\, Jean Luc Monterosso é um grande nome da fotografia europeia. Editou inúmeros livros sobre fotografia como “A fotografia francesa existe\, eu a encontrei” (2018)\, foi curador de grandes exposições\, na França e no exterior. Hoje é o diretor artístico no “Chengdu Contemporary Image Museum”\, na China\, além de membro da Academia de Belas Artes (Institut de France).  \n×Joaquim Paiva\nJoaquim Paiva\, Rio de Janeiro\, 1946\, é fotógrafo\, colecionador de fotografia e\, desde 1998\, faz seus diários autobiográficos e visuais. Como fotógrafo\, além de inúmeras exposições desde a década de 1970\, tem trabalhos em coleções como Biblioteca Nacional da França e Maison Européenne de la Photographie (MEP)\, ambas em Paris; Centro de la Imagen\, México; Museu da Memória Candanga\, Brasília; Museum of Fine Arts\, Houston\, EUA\, além de outros. Publicou o livro “Foto na hora-lembrança de Brasília” na Cidade do México\, 2013\, e o livro de artista “128 diários” em 2017\, edição de 15 exemplares\, com o primeiro exemplar na Universidade de Stanford\, Califórnia\, EUA e o segundo na Biblioteca Nacional\, RJ. Como colecionador: possui quase 2000 fotografias em comodato no MAM-Rio\, desde 2005\, ao qual está prometido o restante de sua coleção. Fez muitas exposições de sua coleção no Brasil e no exterior. Vem revisando portfólios no FotoFest Houston desde 2000 e o fará em novembro de 2019 na edição do FotoFest em Paris. Em muitas ocasiões\, revisou portfólios no FotoRio\, Encuentros Abiertos Buenos Aires\, FestFotoPoa Porto Alegre\, Foto em Pauta Tiradentes\, Paraty em Foco\, entre outros no Brasil e no exterior (Espanha e Itália). \nDatas: dias 15 e 16 de agosto \nTrabalhos: todo tipo de trabalho \n×Paulo Marcos Lima\nEm quatro décadas de atuação\, Paulo Marcos tem desenvolvido\, prioritariamente\, duas facetas da fotografia: a de cunho documental e a exploração de planos poéticos\, não pelo olhar jornalístico ocasional\, mas pelo desejo de perceber as frestas encantadas nos objetos e superfícies corriqueiras. De 1992 a 2006 foi editor de fotografia no O Globo\, Lance!\, O Dia e TV Globo. Desde 2014 é sócio do Ateliê Oriente\, onde já foram realizados mais de 250 eventos. Participou da curadoria do Paraty em Foco em 2016 e foi coordenador das exposições do FotoRio Resiste em 2018. Desde 2017 é diretor da Feira Oriente. Foi leitor de portfólios do FotoRio e do Paraty em Foco. É formado em Fotografia pelo Brooks Institute e em jornalismo pela Faculdade da Cidade. Em 2017 e 2019 foi parecerista de projetos fotográficos para a Secretária Estadual de Cultura do Ceará.  \nDatas: dia 15 e 16 de agosto \nTrabalhos: todo tipo de trabalho \n×Marco Antônio Portela\nArtista Visual\, Mestre em Arte pela UFF\, Professor na Casa Fotografia e Arte\, na pós em Fotografia da UCAM e no Ateliê da Imagem\, Curador independente\, sócio fundador do espaço A Casa Fotografia e Arte Contemporânea. Vem atuando no campo expandido da fotografia e se interessa em trabalhos contemporâneos ou mesmo aqueles que se desdobram em metalinguagens\, trabalhos que procurem discutir com a mesma potência: poética\, estética\, conceito e subjetividade. Como curador tem o hábito de mesclar produções e artistas mais rodados com novos nomes e trabalhos mais inéditos\, daí seu interesse nessa busca de novos olhares e novas produções\, podendo vir a utilizar esses trabalhos em suas curadorias futuras. Suas pesquisas passam pela apropriação\, ressignificação\, ironia\, crítica a celebração\, autorretrato. \nDatas: dias 15 e 16 de agosto\nTrabalhos: Fotografia contemporânea\, arte contemporânea e fotografia expandida \n×Mauro Trindade\nMauro Trindade é professor de História e Teoria da Arte no Instituto de Artes da UERJ. Como curador\, realizou exposições em diversos espaços públicos e galerias. Foi colunista e crítico de música de concerto no Jornal do Brasil\, chefe da sucursal da Revista Bravo! e colunista da revista História Viva\, além de colaborar com as revistas especializadas Concinnitas (IART/UERJ)\, Arte & Ensaios (EBA/UFRJ) e Convocarte (Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa). Publicou os livros Wolney Teixeira: O sal da terra e Bidu Sayão: Uma biografia.  \nDatas: 16 de agosto\nTrabalhos: que dialoguem com a cidade e com a questão da identidade\, self e psiquismo \n×Mônica Maia\nMônica Maia é editora de fotografia\, produtora cultural e curadora. Sócia da DOC Galeria\, espaço expositivo inaugurado em junho de 2012\, com foco na fotografia documental. Trabalhou na Revista Afinal [1986/1987] como arquivista\, laboratorista e repórter fotográfica. Foi fotógrafa dos jornais O Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde entre 1987 e 1989. Em 1990 assumiu a Editoria de Fotografia da Agência Estado\, unidade que representava os jornais do Grupo Estado. Foi responsável pela produção\, distribuição e comercialização de fotos até 2007. Coordenou a área de fotografia do Núcleo de Revistas da Folha de S.Paulo até dezembro de 2010. Em 1999 foi a primeira brasileira a ser jurada do World Press Photo\, desde então é membro do Joop Swart Masterclass. Foi curadora do 3º Encontro de Coletivos Fotográficos Íbero-Americano\, que aconteceu no Brasil\, na cidade de Santos [2014]. Foi jurada e curadora do Programa Nova Fotografia do MIS-SP\, Museu da Imagem e do Som [2019]. É produtora executiva da Mostra São Paulo de Fotografia desde 2011\, projeto anual de ocupação do bairro da Vila Madalena [SP] pela fotografia. Foi gestora cultural e administrativa da Galeria Nikon [2014-2016]. Em 2015 inaugurou o projeto “Foto Feira Cavalete”\, evento da DOC Galeria que reúne fotógrafos\, selos independentes\, galerias\, editoras e confecções para um dia de venda e compra de fotografias\, encontro entre autores e produtores. \nDatas: dias 15 e 16 de agosto\nTrabalhos: trabalhos documentais\, sejam editoriais ou contemporâneos\, ensaios construídas de formas autorais com base em histórias. \n×Patrícia Gouvêa\nA carioca Patricia Gouvêa trabalha como artista visual\, trabalha com fotografia\, vídeo\, instalação e intervenção urbana. Seu trabalho prioriza a fotografia e a imagem em movimento e suas possíveis interfaces\, onde a noção de tempo constitui um dos principais eixos de pesquisa. Graduada em Comunicação Social (ECO/UFRJ)\, Especialista em Fotografia e Ciências Sociais (UCAM/RJ) e Mestre em Comunicação e Cultura na linha Tecnologias da Comunicação e Estéticas da Imagem (ECO/UFRJ). Entre 2005 e 2009 fez parte do coletivo Grupo DOC (Desordem Obssessiva Compulsiva)\, que promoveu dezenas de ações no Brasil e no exterior. Publicou os livros: “Membranas de Luz: os tempos na imagem contemporânea” (2011\, Azougue Editorial)\, Imagens Posteriores (2012\, Réptil Editora)\, Banco de Tempo (2014\, em parceria com Isabel Löfgren\, edição das autoras) e Mãe Preta (2018\, em parceria com Isabel Löfgren\, Frida Projetos Culturais). \nParticipou de dezenas de coletivas e realizou exposições individuais na China\, na Itália\, no Brasil\, na Colômbia e Argentina. Em dupla com a artista Isabel Löfgren desenvolveu as pesquisas de longa duração Banco de Tempo (exposição\, site e livro com edição independente) e Mãe Preta (exposição\, site e publicação). Tem trabalhos em coleções privadas e acervos institucionais\, como a Coleção Joaquim Paiva/MAM e Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. \nFoi uma das fundadoras da Agência Foto In Cena (1995/98) e do Ateliê da Imagem (1999)\, espaço cultural independente dedicado à pesquisa\, reflexão e produção da imagem no Rio de Janeiro\, no qual atuou como diretora artística até dezembro de 2013\, organizando centenas de exposições\, cursos\, workshops\, palestras\, debates e seminários. É representada pela Galeria Mercedes Viegas\, no Rio de Janeiro\, Brasil\, e pela Galeria Murilo Castro\, em Belo Horizonte\, Brasil\, e Miami\, Estados Unidos. \nDatas: dias 15 e 16 de 14h às 17h\nTrabalhos: todo tipo de trabalho onde os candidatos tenham interesse em desenvolver uma assinatura e/ou uma visão autoral. \n×Sérgio Moraes\nCarioca que começou a fotografar em 1980\, em São Paulo\, como freelancer das Revistas Exame e Veja. Depois passou pelas redações da Placar\, Agência Angular\, Folha de SP\, ISTO É\, Jornal do Brasil e O Globo. Hoje\, é fotógrafo chefe da Agência Reuters no Brasil. Suas principais coberturas nesses 38 anos de carreira\, são seis Olimpíadas (Atlanta\, Sidney\, Atenas\, Pequim\, Londres e Rio de Janeiro) e três Copas do Mundo (EUA\, França e Brasil) \nDatas: dia 15 de agosto \nTrabalhos: Com experiência em trabalhos documentais e de fotojornalismo mas lê todo tipo de trabalho \n×Simone Rodrigues\nArtista visual\, educadora e editora. Há 25 anos vem trabalhando com projetos que vinculam produção\, ensino e exposições/publicações na área de arte e fotografia. Foi sócia-fundadora da Agência Foto in Cena e do Ateliê da Imagem Espaço Cultural. Desde 2008\, é diretora da NAU editora\, onde coordena a produção de livros de ciências humanas\, arte e fotografia. Mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio\, com pesquisa sobre a dupla tradição artística e documental da Fotografia Moderna no Brasil. Paralelamente\, dedica-se aos seus projetos autorais\, que incluem vídeos\, instalações e projetos colaborativos. Realizou duas exposições individuais e participou de diversas coletivas no Brasil e no exterior. Realizou o resgate (pesquisa histórica/exposição/livro) da obra A Pintura em Pânico\, do artista de Jorge de Lima\, com as primeiras fotomontagens produzidas no Brasil. Desde 2014 vem desenvolvendo o projeto Nomes do Amor\, uma série de retratos de casais e famílias LGBTI. \nDatas: dias 15 e 16 de agosto de 9:30h às 12:30h\nTrabalhos: autorais de artistas/fotógrafos que produzam poesia visual em qualquer meio híbrido\, séries fotográficas tipológicas ou narrativas\, ou projetos documentais.
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