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DESCRIPTION:Fotógrafos – Leilão FotoRio 2019: \n\nAna Carolina Fernandes\nAna Dalloz\nAndre Vilaron\nAnna Khan\nBruno Morais\nCláudia Jaguaribe\nCristiano Mascaro\nCustódio Coimbra\nHaroldo Palo Jr.\nJanuário Garcia\nJoão Roberto Ripper\nJosé Diniz\nKitty Paranaguá\nLuiz Baltar\nMárcia Folleto\nMarcos Bonisson\nPatricia Gouvêa\nRogério Reis\nRosângela Rennó\nSimone Rodrigues\nValda Nogueira\nVicente de Mello\nWalter Carvalho\n\nLance mínimo inicial: R$500\,00 \nLeiloeiro oficial: Gustavo Pedro de Paula \n×Ana Carolina Fernandes\nEm breve. \n×Ana Dalloz\nEm breve. \n×Andre Vilaron\nEm breve. \n×Anna Kahn\n \n\n\n\nANNA KAHN\n\n\n80 x 53\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA >  “Nenhuma Inocência”\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Bento Rodrigues\, Minas Gerais – Janeiro 2016\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > impressa em julho / 2019 –  Thiago Barros\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Foto digital impressa em Papel Hahnemühle PhotoRag Baryta Paper 310g\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Essa imagem foi feita na cidade de Bento Rodrigues\, primeiro lugar atingido pela tragédia do rompimento da barragem do Fundão\, em Mariana\, Minas Gerais. A lama deixou um rastro de destruição e morte ao longo de 650km\, contaminando o Rio Doce até o oceano.  \nMINIBIO: \nO tema central da artista carioca Anna Kahn é a violência. Em suas imagens\, o absurdo\, o insólito e o trágico são retratados através do vazio\, da ausência e do silêncio. A chave poética é a provocação de uma dúvida. Para dar sentido ao trabalho é necessário um exercício de imaginação\, como se aquele que vê estivesse diante de um mistério a ser desvendado. Anna Kahn nasceu no Rio de Janeiro\, em 1968. \nCV:  \nAK formou-se em Jornalismo\, em 1992\, na PUC-Rio; estudou fotografia na School of Visual Arts\, em Nova Iorque\, em 1995; e frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage entre 2012 e 2014. Anna ganhou o Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o projeto Sem medo do escuro\, em 2015. Seu trabalho faz parte da coleção Joaquim Paiva/MAM\, do Museu das Onze Janelas\, Belém do Pará\, e do Museu de Arte do Rio de Janeiro/MAR.\n\n\n\n×Bruno Morais\n \n\n\n\nBRUNO MORAIS\n\n\n40 x 60\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA >  “Lapsus” (título da série); a imagem em si não tem título.\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Rio de Janeiro – 13 de junho 2016\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR >  julho 2019  – Humberto Cesar; Casa Dois.\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Fotografia digital; impressão: Pigmento mineral sobre papel algodão\, Canson Rag Photographique 310 gsm\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Cresci em um bairro encravado na Floresta da Tijuca\, no Rio de Janeiro. Tive a sorte de meu pai ser um exímio contador de estórias e de ter muitos vizinhos mais velhos que também compartilhavam esse saber.Minhas incursões pela floresta eram repletas de “visões” alimentadas pelos relatos que ouvíamos a noite\, em um tempo em que nas ruas do bairro ainda fazíamos fogueiras.Nesta imagem rastreio memórias compartilhadas\, fragmentos de uma infância repleta de invenções\, ciente de que o homem que me tornei deve muito as estórias que inventaram para o menino que fui. \nMINIBIO: \nBruno Morais\, iniciou sua carreira  como fotógrafo enquanto estava na graduação em Educação Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro onde documentou festas populares brasileiras. Funda o Coletivo Pandilla em 2009 e passa a integrar a Escola de Fotógrafos da Maré e a Agência Imagens do Povo em 2010. Em seus estudos se interessa pela possibilidade de explorar as múltiplas opções que a imagem nos proporciona para contar estórias através de processos individuais e colaborativos. Expôs trabalhos na Galeria 535\, FotoRio\, Paraty em Foco\, Lagos Photo\, San Jose Foto\, Encontros da Imagem\, Festival de Fotografia de Tiradentes\, Valongo Festival Internacional da Imagem\, CoalMine Museum\, Les Rencontres d’Arles e Centro de La Imagen. \nVive e trabalha entre Brasil e México.\n\n\n\n×Cláudia Jaguaribe\n \n\n\n\nCLÁUDIA JAGUARIBE\n\n\n30 x 42\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “MARIANA” \n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Rio de Janeiro – 2010\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > 2019 – Clicio Barroso\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Fotografia e Montagem Digital\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO  > A obra “Mariana” é resultado de uma montagem digital\, feita à partir de imagens capturadas durante a produção do projeto “Entre Morros”\, realizado no Rio de Janeiro em 2010. Nesse sentido “Mariana” evita a documentação tradicional\, buscando refletir de maneira lúdica sobre o cotidiano.  OBS: assinada 2/5 com certificado. \nMINIBIO: \nClaudia Jaguaribe é carioca\, mora e trabalha entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Desde 1990 participa de exposições nos principais museus e galerias no Brasil e exterior. Formada em história da arte\, artes plásticas e fotografia\, desenvolve um trabalho atento à diversidade da fotografia contemporânea. Sua produção se caracteriza por uma intensa pesquisa plástica que utiliza diferentes mídias como a fotografia\, o vídeo\, a internet e as instalações.\n\n\n\n×Cristiano Mascaro\n \n\n\n\nCRISTIANO MASCARO\n\n\n52 x 112\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “Vista do Forte de São João” \n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Rio de janeiro – 29 de junho de 2015.\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR >  Impressão: março de 2019 –  Marcos Ribeiro – MR Estúdio Digital\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Impressão digital jato de tinta sobre papel de algodão a partir de arquivo digital\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO> Esta fotografia foi realizada para o livro “Rio Revelado”\, idealização e projeto gráfico de Victor Burton\, editado pela Casa da Palavra em 2016. Sua intensão foi revelar na cidade do Rio de Janeiro seu patrimônio\, sobretudo o arquitetônico\, ainda pouco conhecido dos próprios cariocas e dos visitantes em geral. É o exemplar 1/4. \nMINIBIO: \nCristiano Mascaro\, arquiteto e fotógrafo\, é Mestre e Doutor pela FAU-USP\, ganhador de uma Bolsa Vitae de Artes e de três Prêmios Abril de Fotojornalismo. Em 2006 participa como arquiteto homenageado da VI Bienal de Arquitetura e Design apresentando a exposição O Brasil em X\, em Y\, em Z e\, em 2007 recebe o Prêmio Especial Porto Seguro de Fotografia pelo conjunto de sua obra. \nDedica-se à documentação da paisagem das cidades e de sua arquitetura. Atualmente trabalha como fotógrafo independente voltado para projetos pessoais tendo em vista a edição de livros e exposições. \nJá publicou diversos livros\, tem fotografias em coleções particulares e de museus e expôs seus trabalhos no Brasil e no exterior.\n\n\n\n×Custódio Coimbra\n \n\n\n\nCUSTÓDIO COIMBRA\n\n\n40 X 60\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “Igreja da Penha”\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto >  Rio de Janeiro – 26 de outubro de 2010\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > impressão  a ser feita.  \n\n\nDADOS TÉCNICOS > Fotografia e impressão em jato de tinta papel fotográfico  no formato 40 x 60 cm.\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO> Pequena história da foto Igreja da Penha:  Estava passando pela Linha Vermelha as 06h da manhã quando vi\, pela primeira vez\, a lua cheia descendo próxima a Igreja da Penha. Decidi naquele momento que voltaria munido de uma tele objetiva para tentar fazer a foto com a lua atrás da Igreja. Já tinha feito isso com o Cristo e os bondinhos do Pão de Açucar. Voltei por duas vezes\, mas a lua sumia antes\, uma atrás de nuvens e  outra na poluição da cidade. Consegui na terceita tentatica três anos depois. Só na hora é que percebi que era possível compor com as duas torres da igreja. \nMINIBIO: \nCustódio Coimbra passou pelos principais jornais do Rio e\, há 28 anos\, trabalha no jornal O Globo. Carioca\, é um artista requisitado por colecionadores no mercado da fotografia de arte. Além de fotos divulgadas em jornais e revistas mundo afora\, tem seu trabalho publicado em vários livros\, como Rio de Cantos Mil\, em 2010\, e Guanabara Espelho do Rio\, em 2016. Participou de dezenas de mostras coletivas e realizou cinco exposições individuais\, no Brasil e no exterior. Artista premiado\, tem sua obra identificada com a história e a paisagem do Rio de Janeiro.\n\n\n\n×Haroldo Palo Jr.\n \n\n\n\nHAROLDO PALO Jr.\n\n\n26 x 17\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > Textura de penas de papagaio\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto >  Pantanal – MS – Maio de 1991.\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > Digitalizada à partir de cromo 35 mm por Haroldo Palo Jr\n\n\nDADOS TÉCNICOS > formato – 35 mm\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO >  Exposição Fotográfica “MOMENTOS DA NATUREZA” – MUSEU DE SÃO CARLOS – MAIO/2000 – Exposição Fotográfica PANTANAL SESC na Embaixada Brasileira em BERLIN – OUT-2000 – CD-ROM SESC PANTANAL – OUT-2000 – Revista ALMANAQUE BRASIL DE CULTURA POPULAR – TAM – ABRIL 2003 – Exposição Fotográfica – Centro de Interpretação Ambiental – CAIMAN – JUNHO-2004 – Exposição Fotográfica CORES DA NATUREZA – SESC SÃO CARLOS – SET/2004 – Site IG-CANAL AZUL-HPJ – SP – ABRIL – 2008 – Decoração – POUSADA REFÚGIO DA ILHA – MS – SET-2008 \nMINIBIO: \nHaroldo Palo Júnior. (1953 – 2017) \nFotógrafo cinegrafista naturalista por 40 anos\, com acervo de 400.000 fotos e 2.000 horas de vídeo sobre natureza: flora\, fauna\, paisagem e pessoas; Participação de 14 expedições ao continente Antártico junto ao Programa Antártico Brasileiro (1984 – 2012); Editor chefe da Editora Vento Verde (2007 até hoje\, com 6 títulos publicados); Participação de Expedições Científicas no Brasil: Expedição à Amazônia (Jaques Cousteau Society – 1982) – Expedição à Ilha Geórgia do Sul (Amyr Klink 2003) – Expedição “Em busca de novas espécies” (INPA – Griffa Filmes – 2016 – RO); Vídeos Institucionais e Documentários; Matérias para TV Globo e Cultura; Livros editados: Pantanal (1982) – Expedições brasileiras Antártida (1989) – Natureza: Formas\, texturas e Cores (1993) – Pantanal: quatro estações (2003) – Maravilhas do Brasil (2007) – Coleção Haroldo Palo Jr.: uma coleção de fotografias – 5 vls. (2012). Participação em 60 livros\, Brasil e Exterior; Revistas nacionais (47 eds); Revistas internacionais (55 eds.); Calendários (35 pçs.); Exposições Fotográficas (mais de 20); Exposições Permanentes (07); Palestras sobre fotografia\, conservação do meio ambiente; Conselheiro Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza; Fotorreportagens sobre indígenas do Xingu\, Ashaninkas (Acre) e Maturuca (Reserva Raposa Serra do Sol). Locais de atuação: Ilhas Galápagos\, Quito (Ecuador)\, Ilhas Rei George\, Alaska\, Arquipélago de Svalbard\, USA\, Travessia oceânica do Atlântico Sul\, Argentina\, Nova Zelândia\, Ilhas sub-antárticas: Ilha Elephant\, Ilha Rei George\, Ilha Gibbs\, Ilha Nelson\, Ilha O’Brien\, Ilha Pinguim\, Geórgia do Sul\, Alemanha e Chile.\n\n\n\n×Januário Garcia\n \n\n\n\nJANUÁRIO GARCIA\n\n\n29 X 43.5\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “Ala das Baianas”\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Passarela do Samba Rio de Janeiro – Carnaval  de 2016 \n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR >  Impressa em  15/09/2016 – Casa 2 Imagem\, supervisão de Humberto Cesar Sampaio\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Foto Digital com certificação em edição limitada 1  de 20 impressões no formato 29X43.5 / Impressora CANON IPF8400 – sobre Rag Photographique 310 gsm com tinta Lúcia                                                                            \n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Um dos legados da cultura africana presente no nosso dia-a-dia são mulheres negras com suas indumentárias características que chamamos de baianas\, elas obrigatoriamente estão presentes  em qualquer manifestação da Cultura Brasileira de Matriz Africana. Nenhum escola de samba pode desfilar sem a ala das Baianas\, e essas baianas fazem suas rodas gingando no desfile. \nMINIBIO: \nFotógrafo que atuou em publicidade\, autor de capas de discos de Tom Jobim\, Chico Buarque\, Caetano Veloso\, Edu Lobo\, Gal Costa\, Fafá de Belém entre outros. Exposições realizadas no Rio de Janeiro\, São Paulo\, Brasilia\, Salvador\,  Nova York\, Viena\, Cidade do México\, Kassel na Alemanha\, Lomé no Togo\, Dakar no Senegal\, Davos California\, atualmente criou e dirige o Instituto Januário Garcia de Fotografia e Documentos de Matrizes Africana.  \n                                                                                      \n\n\n\n×João Roberto Ripper\n \n\n\n\nJOÃO ROBERTO RIPPER\n\n\n33 x 48\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA >  “maria marias”                                                                                                      \n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > quilombo Raimundo em Alcantara Maranhão – 2009  \n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > 07/2019 – impressa por Geraldo Garcia\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Leica \, tirada da janela da casa lente 80mm – depósito de pigmentos minerais sobre papel de algodão Hahnemuhie Photo Rg 398 gramas.\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Essa foto fez parte da campanha do UNICEF em combate ao racismo de que são vítimas as crianças negras e indígenas. \nMINIBIO: \nFotógrafo e documentarista que tem como proposta colocar a fotografia a serviço dos direitos humanos.\n\n\n\n×José Diniz\n \n\n\n\nJOSÉ DINIZ\n\n\n54×40\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “Entre as margens“\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Rio São João em Barra de São João\, Estado do Rio de Janeiro – realizada em 2017\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > impressa em 2019 – impressa pelo próprio autor \n\n\nDADOS TÉCNICOS > Foto analógica impressão em papel Hahnemuhle German Etching 310gsm                                                                                \n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Essa foto faz parte da série “Entre as margens do rio”. Exposição realizada no CCJF em 2019 com curadoria de Joaquim Paiva.A exposição tratava da experiência e aprendizado vivida na infância pelo autor com seu pai José Maria Diniz\, professor de desenho e artista plástico\, em Barra de São João\, terra do poeta romântico Casimiro de Abreu e retratado em muitas telas de Pancetti\,.\nO Rio São João\,  foi também cenário das pinturas e desenhos do seu pai que trabalhava à beira rio criando seus trabalhos. \n  \nMINIBIO: \nNasceu em Niterói vive no Rio. Pós-graduação em Fotografia na UCAM-Rio. Publicou o livro PERISCOPE indicado pelo ICP\, MEP e outros como o melhor fotolivro de 2014. Indicado pelo British JP  “One to watch in 2013” e pelo FOTOFEST-Houston como “International Discovery” em 2011. Em 2012 contemplado no prêmio FUNARTE Marc Ferrez. Exposições no Brasil\, Estados Unidos\, Argentina\, Rússia\, Espanha\, França\, Uruguai e outros. Trabalhos em coleções como Museum of Fine Art – Houston\, Art Museum of the Americas – Washington\, Coleção Joaquim Paiva-Rio\, MAR – Rio\, dentre outras.\n\n\n\n×Kitty Paranaguá\n \n\n\n\nKITTY PARANAGUÁ\n\n\n86 x 26\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “A Pele da Cidade #1”\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > viaduto da Perimetral\, Cais do Porto\, RJ.  24 de novembro de 2013\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > impressa em  julho 2014 – Thiago Barros\n\n\nDADOS TÉCNICOS > fotografia digital\, impressa em papel de arroz. Tríptico\,  1/7\, montada om moldura de alumínio bronze\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Cidades são organismos complexos que estão em constantes transformações\, tornando-se fontes inesgotáveis de reflexões\, ideias e imagens. A foto selecionada é do ensaio A Pele da Cidade\, e fez parte da exposição Adeus Perimetral\, no Museu História Nacional\,  em 2014\, com curadoria da Julieta Roitman e do Milton Guran. Os ensaios dos 7 expositores que participaram desta exposição foram enterrados em uma Cápsula do Tempo que se encontra localizada na Praça Mauá.  \nMINIBIO: \nKitty Paranaguá iniciou sua carreira como repórter fotográfica no Jornal do Brasil\, em 1979. O  seu ensaio de Copacabana recebeu a Menção honrosa Carolina Hidalgo Vivar de Paisaje Humano_(POY Latam). Tem fotos nas coleções  Joaquim Paiva e na Maison Européenne de Photographie (MEP). Em 2017\, com a série “Campos de Altitude”\, representou o FotoRio no Photo Beijing.\n\n\n\n×Luiz Baltar\n \n\n\n\nLUIZ BALTAR\n\n\n61 x 191 \n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > Série “Fluxos “ \n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Rio de janeiro – 29 de abril de 2013         \n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > dezembro de 2017  – Thiago Barros\n\n\nDADOS TÉCNICOS > foto digital capturada por iphone – Impressão fineart em papel algodão Hahnemühle Photo Rag 308g\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Paisagem da série Fluxos\, vencedora do prêmio Brasil Fotografia de 2016 categoria ensaio impresso.\nPrédio dos antigos armazéns Frigoríficos da zona portuária antes das reformas do Porto Maravilha\, atualmente é o AquaRio. \nMINIBIO: \nFormado em gravura pela Escola de Belas Artes/UFRJ\, fotografia pela Escola de Fotógrafos Populares/Imagens do Povo\, pós-graduado com especialização em fotografia e imagens pela Universidade Cândido Mendes e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes/UFRJ. Desenvolve projetos autorais no campo da arte contemporânea. Acredita na fotografia como forma de expressão ativista e crítica\, daí sua busca em estabelecer um diálogo entre fotografia e questões sociais\, sobretudo no que diz respeito ao olhar sobre a cidade.\n\n\n\n×Márcia Foletto\n \n\n\n\nMÁRCIA FOLETTO\n\n\n40 X 60\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “Enseada“\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Botafogo / Rio de Janeiro – março 2015\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR >  julho 2019 – Delfim Freitas Fine Art Photo Print                                                                     \n\n\nDADOS TÉCNICOS > Produção em arquivo digital e impressâo em fine-art em papel de algodão Canson Platinum Rag.\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > “Enseada” é um trabalho da série que a fotógrafa produz  nas suas andanças como fotojornalista no Rio de Janeiro que busca revelar a cidade pelo seu viés mais poético e lúdico. A perspectiva invertida do famoso cartão postal de Botafogo brinca com as sombras e transforma os luxuosos barcos do Iate Clube em um curioso painel de miniaturas.  \nMINIBIO: \nMárcia Foletto é formada em Jornalismo pela UFSM e começou a trabalhar como repórter-fotográfica em jornais do interior e desde 1991 integra a equipe do jornal O Globo\, no Rio de Janeiro\, trabalhando na cobertura do dia a dia da cidade e na produção de matérias especiais.  Márcia recebeu uma série de prêmios no fotojornalismo\, dos quais se destacam o Prêmio Rey de Espanha\, com a série Os Miseráveis\, em 2016\, que contou a história dos cariocas que vivem abaixo da linha da pobreza e o Prêmio Petrobras\, em 2017\, com a série Chernobyl Brasileira\, sobre o desastre ecológico em Mariana.  Em paralelo ao jornal\, desenvolve ensaios pessoais\, priorizando as relações do homem com o trabalho e a cidade. Márcia já teve trabalhos expostos no CCJF\, Centro Cultural BB\, Museu de Arte do Rio\, Museu do Amanhã\, entre outros.\n\n\n\n×Marcos Bonisson\n \n\n\n\nMARCOS BONISSON\n\n\n19 x 19\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “Sand Man”\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto >  Arpoador. RJ – 2001\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > Negativo P/B 120 mm – ampliada pelo artista\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Negativo P/B 120 mm – Cópia em Gelatina de Prata. Tamanho da imagem 19 cm x 19 cm\, em papel 20 cm x 26 cm Ilford Multigrade FB (warmtone) .Prova de Artista (PA).                                             \n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Sand Man – Publicada no Livro Arpoador (Editora NAU / 2011) \nMINIBIO: \nMarcos Bonisson é Artista e Mestre em Ciência da Arte (UFF). Nasceu e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. É graduado em Letras e pós-graduado em Arte e Cultura. Estudou gravura\, desenho\, cinema e fotografia na EAV – Parque Lage (1977–1981) onde leciona\, atualmente.  Participou da 27ª Bienal Internacional de São Paulo (2006)\, da XIX Bienal Internacional de Cerveira em Portugal (2017) e foi selecionado para a terceira edição da BienalSur (2019). Bonisson tem participado em diversas mostras coletivas e festivais de filmes experimentais no Brasil e no exterior. Publicou o Livro Arpoador (Editora Nau\, 2011)\, o Catálogo Pulsar (Editora Binóculo\, MAM\, 2013) e o Livro ZiGZAG publicado pela Editora Bazar do Tempo e lançado no Paris-Photo em 2017.  Suas mais recentes exposições individuais foram no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2013\, na Maison Européenne de la Photographie (MEP-Paris) em 2015 e na Galeria do Parque Lage em 2018.\n\n\n\n×Patricia Gouvêa\n \n\n\n\nPATRICIA GOUVÊA\n\n\n50 x 75\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > Topografia III/1 da série Topografias Nômades\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > \n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > 2016 – P.A. Impressão Marcelo Carrera da Pandora Pix feita – Moldura Le Cadre\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Fotografia digital – Impressa em papel de algodão\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO >  A série Topografias Nômades trata da relação natureza x paisagem. Utilizo a água em seus diferentes estados como matéria visual em construções fotográficas e videográficas que embaralham a percepção visual\, do micro ao macro\, em topografias móveis\, liquefeitas\, frágeis e impermanentes. Sendo a água o bem mais precioso e mais desperdiçado de nosso planeta\, procuro com esta pesquisa criar imagens potentes onde a água seja vista como microcosmo (Retrato da Artista quando Espiral; um vídeo feito a partir de um exame\, do contato de uma sonda com a água de meu corpo) e macrocosmo\, colocado a relação do espectador em uma miríade de possibilidades sensoriais.  \nMINIBIO: \nPatricia Gouvêa (1973\, Rio de Janeiro). Artista visual\, trabalha com fotografia\, vídeo\, instalação e intervenção urbana. Seu trabalho investiga a fotografia e a imagem em movimento e suas interfaces potenciais\, onde a noção de tempo é um dos principais pilares de sua pesquisa. É graduada em Comunicação pela ECO / UFRJ\, Especialista em Fotografia e Ciências Sociais (UCAM / RJ) e Mestre em Comunicação e Cultura (ECO / UFRJ). Publicou os livros “Membranas de Luz: os tempos na imagem contemporânea” (2011)\, “Imagens Posteriores” (2012)\, “Banco de Tempo” e “Mãe Preta” (2014 e 2018\, ambos em parceria com a artista Isabel Löfgren). Realizou exposições individuais e participou de exposições coletivas no Brasil\, China\, Argentina\, Colômbia\, Equador\, França\, Itália e Suécia. Suas obras pertencem a coleções particulares e públicas como a Coleção Joaquim Paiva / MAM e o Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Representada pela Galeria Mercedes Viegas (Rio de Janeiro\, Brasil) e Galeria Murilo Castro (Belo Horizonte\, Brasil e Miami\, EUA).  Site: www.patriciagouvea.com\n\n\n\n×Rogério Reis\n \n\n\n\nROGÉRIO REIS\n\n\n30 x 30\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > Carnaval na Lona – 2 foliões em Copacabana\n\n\nLOCAL E DATA da realização da foto > Copacabana\, Rio de janeiro – 1989\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > Edição especial para o leilão do FotoRio julho 2019 – Thiago Barros\n\n\nDADOS TÉCNICOS >  Imagem captada com câmera Hasselblad  e filme Tri-X posteriormente digitalizado e impresso em papel Baryta.\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Essa foto que faz parte do Livro “Carnaval Na Lona” publicado em 2001 \, circulou em mais de 40 exposições e inúmeras publicações. Ela pertence também a coleções como Masp Pirelli ( 1995)\,  Acervo Douglas Nielsen em Minesota ( 1996) \, MAM-RJ (1996) e The Fogg Art Museum em Cambrige ( 1999). – Boa parte do Projeto Na Lona foi produzido no ambiente da agencia F-4 no período de 1987 a 2002. Edição especial para o leilão do FotoRio. \nMINIBIO: \nRogério Reis com forte influência da fotodocumentação\,  produz diálogos sobre questões urbanas da sua cidade\, o Rio de Janeiro. \nwww.rogerioreis.com.br\n\n\n\n×Rosângela Rennó\n \n\n\n\nROSÂNGELA RENNÓ\n\n\n18 x14 – livro fechado  I 336 p.\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “Menos-valia  [leilão]” \n\n\nLOCAL E DATA  da realização > 2013\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > 2013 – Editora Cosac Naif\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Um livro com capa dura em tecido\, caixa e álbum duplo de discos de vinil\, formato compacto\, contendo 24’de áudio do leilão e textos em português e inglês de Cuauhtémoc Medina\, Lúcia Capanema\, Maria Angélica Melendi\, Moacir dos Anjos. Edição de 300\, assinada e numerada no selo da caixa (para ser aberto apenas pelo dono do livro)\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO >  Na 29a Bienal de São Paulo\, em 2010\, foi exibido o projeto Menos-valia[leilão]\, da artista Rosângela Rennó. Tratava-se da exposição e posterior leilão de 74 peças construídas a partir de objetos adquiridos em diversas feiras de antiguidade em diversos países. Três anos depois foi publicado o livro sobre o projeto; não é apenas um catálogo das obras expostas\, configuradas como bricolagens sempre acerca do contexto fotográfico\, mas também descrições feitas pela própria artista\, imagens da instalação e da posterior venda em leilão dos objetos expostos\, além de ensaios escritos por Cuauhtémoc Medina\, Lúcia Capanema\, Maria Angélica Melendi\, Moacir dos Anjos. O livro também é pontuado por citações de outros autores como Walter Benjamim\, Oscar Wilde\, Maria Rita Khel e Jane Holzer.                                                     Dos 300 exemplares que compuseram a versão especial do livro de artista\, apenas 150 foram colocados à venda; as edições restantes foram destinadas apenas aos participantes do leilão. \nMINIBIO: \nBelo Horizonte\, 1962 – Rosângela Rennó vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formou-se em em artes plásticas pela Escola Guignard e em arquitetura pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais. É doutora em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Sua obra é marcada por apropriação de imagens descartadas\, encontradas em mercados de pulgas e feiras\, e pela investigação das relações entre memória e esquecimento. Em suas fotografias\, objetos\, vídeos ou instalações\, trabalha com álbuns de família e imagens obtidas em arquivos públicos ou privados. Dedica-se também à criação de livros autorais.\n\n\n\n×Simone Rodrigues e coletivo Tableau Vivant\n \n\n\n\nSIMONE RODRIGUES E COLETIVO TABLEAU VIVANT\n\n\n20 x 90 ou 23 x 100   \na confirmar\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > “A Última Ceia”\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Rio de Janeiro\,  dez 2018. A encenação em estúdio para captação das imagens foi feita no Estúdio da Tyba (devidamente creditada como apoio cultural). A fotomontagem foi finalizada em trabalho de pós-produção no primeiro semestre de 2019. \n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > 2019 – Thiago Barros\n\n\nDADOS TÉCNICOS > foto digital – Fotomontagem impressa em papel de algodão\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Segunda obra da série Tableau Vivant\, “A Última Ceia” é um retrato crítico da sociedade brasileira contemporânea\, construído a partir de duas referências icônicas da história da arte. Relendo a cena bíblica que precede a traição e crucificação de Jesus\, a imagem caracteriza tipos sociais e sintomas culturais. Reunidos em torno do Cristo jovem e negro\, grupos de interesse e forças políticas interagem e tensionam um cenário em que a Liberdade parece ameaçada.    \nMINIBIOS: \nAutores Coletivo Tableau Vivant\, projeto artístico-pedagógico coordenado por Simone Rodrigues no espaço A CASA Fotografia e arte contemporânea desde 2017. Integrantes do coletivo: Andrea Cals\, Bernardo Conde\, Greice Rosa\, Junior Franco\, Lucas Lima\, Marco Antonio Portela\, Rafaela Celano\, Renata Giannini. Apoio Cultural: Agência Tyba. Agradecimentos especiais a todos os voluntários que posaram.      \nSimone Rodrigues – Artista visual\, historiadora\, editora e curadora. Mestre em História Social da Cultura (PUC-Rio) com pesquisa sobre a história da fotografia no Brasil. É diretora na NAU Editora e professora na Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, Ateliê Oriente e A Casa Foto Arte. Trabalha há mais de 20 anos com projetos que articulam educação\, produção e exposições de fotografia. Foi cofundadora do projeto Foto IN Cena e do Ateliê da Imagem. Realizou a exposição da obra de Jorge de Lima\, A Pintura em Pânico\, primeira publicação de fotomontagens no Brasil (Caixa\, 2010). Em 2016 lança seu primeiro livro autoral do projeto Nomes do Amor – o amor que ousa dizer seu nome\, com retratos e histórias de casais LGBTQI\, atualmente em exposição no Festival Les Rencontres d’Arles\, na França.                                                                                                                  \n \n \n\n\n\n×Valda Nogueira\n \n\n\n\nVALDA NOGUEIRA\n\n\n40 x 60\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > Sem Título\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Tirada em 20 de maio de 2017 – Sepetiba\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > Impressa em agosto de 2019 -Thiago Barros\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Fotografia Digital – São 2 (duas) imagens no mesmo papel formato 40x60cm.\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > A Foto integra a Série “Porto – entre os espíritos e os peixes”\, uma narrativa afetiva sobre o lugar onde a autora cresceu\, Sepetiba\, extremo oeste da cidade do Rio de Janeiro. Fragmentos da série já foram expostos em publicações\, projeções e exposições: Home: Where I Seek\, I Find Myself\, Photographic Museum of Humanity (2019)\, Revista Ensaia (2018)\, Porto – exposição individual no Centro Cultural Pequena África\, Rio de Janeiro (2018)\, Porto – exposição individual no Ateliê da Imagem\, Urca\, Rio de Janeiro (2017)\, entre outras. \nMINIBIO: \nValda Nogueira – Fotógrafa e artista visual carioca. Tem formação e atuação em fotografia documental humanista. Povos\, territórios\, ancestralidade e cultura são os temas centrais de seus projetos autorais e documentações fotográficas. É formada pela Escola de Fotógrafos Populares do Observatório de Favelas e atualmente estuda Artes Visuais na Universidade Estadual do Rio de Janeiro e integra o coletivo Farpa. Apresenta seu trabalho regularmente em diversas exposições e publicações nacionais e internacionais.\n\n\n\n×Vicente de Mello\n \n\n\n\nVICENTE DE MELLO\n\n\n52 x 109 cm (emoldurada)\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > Apite isolado – série Quantas ASSAs tem um pixel?\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto > Cidade de Além Paraíba e de Três Rios – 2011\n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > 2011 – Cesar Barreto\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Impressão digital em papel Canson Photo hag\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Realizada no projeto editorial Vai e vem\, elaborado por Claudia Tavares e Monica Mansur (editora Binóculo). A proposta da publicação compreendia ensaios fotográficos\, de vários fotógrafos convidados\, sobre as linhas férreas do Estado do Rio de Janeiro\, administradas pela CCR ( antiga REFESA). Pedi há época para fazer o trajeto Além Paraíba-Três Rios\, por ser exatamente o linha pela qual o meu avó paterno\, Antonio Felisberto Botelho\, trabalhou por 30 anos\, no inicio do século XIX. Foi uma experiência que eu achava impossível\, de um dia poder realizar. \nMINIBIO: \nSão Paulo – SP\, 1967 \nFotógrafo\, curador e ensaísta. Formou-se em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e especializou-se em História da Arte e Arquitetura no Brasil\, pela PUC Rio de Janeiro. Trabalhou no Dept. de Fotografia do MAM – RJ\, de 1989 à 1998. Têm sua pesquisa fotográfica desde 1992\, com a criação de séries\, entre elas \, apresentadas nas exposições: Brasília Utopia Lírica\, no Paço Imperial do Rio de Janeiro (2013)\, Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília (2015) e no SESC Santo André – SP (2017); Silent City\, no Espace Photographie Contretype\, Bruxelas\, Bélgica; Death Valley (Deserto do Céu)\, nas Cavalariças do Parque Lage\, Rio de Janeiro; Ultramarino CCBB- RJ\, pelo Prêmio Centro Cultural Banco do Brasil Contemporâneo (2015)e Pli selon pli \, painel de azulejos para o SESC 24 de maio\, São Paulo. \nEntre suas curadorias destacam-se: Fotograma Invisível\, na Galeria Antonio Berni\, RJ(2002); Indelével\, Villa Aymores\, RJ; Magic square\, individual da artista Anastácia Hatziefstratiou\, Atelier Fidalga\, SP( 2019). Publicou o livro Áspera Imagem (2006) que acompanhava a exposição moiré.galáctica.bestiário / Vicente de Mello – Photographies 1995-2006\, apresentada  na Oi Futuro\, RJ \, na Maison Européenne de la Photographie\, Paris\, França\, e na Pinacoteca do Estado de São Paulo\, onde ganhou o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de melhor exposição de fotografia do ano de 2007. \nEm 2014 publicou Parallaxis\, editora Cosac Naify\, um compêndio sobre suas séries fotográficas e o livro de artista O Cinematógrafo.  Foi apontado no livro Fotografia na arte brasileira século XXI\, editora Cobogó (2013). Realizar ensaio fotográfico exclusivo para o livro Maria\, sobre a obra da escultora Maria Martins\, editora Cosac Naify (2010).\n\n\n\n×Walter Carvalho\n \n\n\n\nWALTER CARVALHO\n\n\n67 x 55\n\n\n\n\n\n\nTÍTULO DA OBRA > (Sem título)\n\n\nLOCAL E DATA  da realização da foto >  Metrô\, Paris 1984 \n\n\nDATA DA CÓPIA E SEU DEVIDO AUTOR > 2017 – Thiago Barros\n\n\nDADOS TÉCNICOS > Camera Pentax 645  Filme Kodak TRI-X –  Impressão Fine Art Papel Hahnemühle Photo Rag Baryta  \nA fotografia será apresentada emoldurada (pela Enquadre\, em madeira)\n\n\nHISTÓRICO DA FOTO > Foto realizada no Metrô de Paris em 1984. De câmera em punho caminhava todos os dias pela cidade buscando imagens como se fosse possível encontrar em qualquer esquina. Levava comigo uma câmera Pentax de médio formato 645 lente 45mm f/2.8 sempre com a bolsa cheia de filme  Kodak Tri-x revelado com Dektol diluído em 1:1.\nCerta tarde entrei exausto num estação qualquer do Metrô voltando para casa e da janela avistei um homem solitário encoberto pelo seu próprio casaco\, fazia frio. Desci do trem\, me encaminhei na direção e no justo momento em que tentava realizar a imagem fui surpreendido \npor três jovens destemperados que avançaram sobre mim e iniciaram quase que um linchamento. Corri até a saída mais próxima enquanto tentava me livrar dos golpes e da fúria inexplicável dos jovens franceses que se divertiam com a violência.\nEsta imagem está cercada de significados no que diz respeito ao meu trabalho. \nMINIBIO: \nJoão Pessoa [PB]\, 1947.                                                                                                                                                                                                                                          Walter Carvalho é um fotógrafo e cineasta brasileiro. Herdeiro do Cinema Novo\, começou no cinema ajudando o irmão — o também cineasta Vladimir Carvalho — como fotógrafo (e sendo muito influenciado por ele). Aos poucos\, foi assumindo outros projetos de fotografia em cinema até se tornar\, ele próprio\, também diretor de cinema. Sua apurada fotografia cinematográfica tem a marca inconfundível do cinema brasileiro da segunda metade do século 20\, assim como testemunha as transformações sociais\, políticas e culturais pelas quais o Brasil tem passado nas últimas décadas.
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